
As melhores histórias do mundo são anônimas e surgem quando menos se espera. Elas nascem das mais variadas situações e são frutos das mais variadas mentes. Vêm da Índia, da China, da África, dos lugares mais distantes e de tempos longínquos. São histórias engraçadas, inteligentes e, muitas vezes, misteriosas. Em Contos Filosóficos do Mundo Inteiro, Jean-Claude Carrière compilou, por mais de dez anos, contos de diferentes povos. Contos que, segundo o autor, tocam todos os pontos da interrogação humana, aguçando a curiosidade e a inquietude. Neste livro, o leitor verá que, em uma história, é difícil discernir o verdadeiro do inventado, uma vez que, algum tempo depois, o real e o imaginário se unem. Mas, como disse Baudelaire, "A imaginação é a rainha do verdadeiro", e o contrário também é exato. Então, bem-vindo ao maravilhoso mundo das histórias, onde "uma história inventada deve parecer verdadeira, e uma história verdadeira deve parecer inventada".
Nome do livro: Contos filosóficos do mundo inteiro
Autor: Jean Claude Carriere
Número de páginas: 304
Formato: 15,5 x 23
ISBN: 978-8500-017-216
Editora: Ediouro

Arrumem suas malas e preparem-se para uma inebriante viagem pela Índia com o escritor e roteirista Jean-Claude Carrière.
Ricamente ilustrado e escrito em ordem alfabética para que o leitor tenha liberdade ao escolher o ponto de partida desta aventura, este livro mostra diversas localidades deste interessante país pelo qual o autor se apaixonou.
Conhecer a Índia é como entrar no “túnel do tempo”, sendo transportados para uma outra época. Lá o presente é um prolongamento do passado, que continua existindo na memória e nas paisagem.“Se amamos mais o tempo que o espaço, e o contato mais que a solidão, é preciso aproveitar esta possibilidade. Na Índia há uma relação entre o homem e o mundo que está ameaçada, e que talvez desapareça”, diz o autor.
Jean-Claude Carrière teve como primeiro guia o “Mahabharata”., o grande poema épico , do qual fez uma adaptação teatral para Peter Brook. Este poema foi a sua credencial na Índia: o conduziu a todas as escolas de teatro e de dança, de povoado em povoado, e de indivíduo a indivíduo. Na Índia, o “Mahabharata” foi seu primeiro amor.
A partir de 1994, conheceu, graças ao trabalho com Dalai Lama, um outro aspecto da tradição indiana. Depois do hinduísmo, o budismo. E depois, durante mais de vinte anos, conheceu universidades, templos , estúdios, estradas, festas, comícios políticos. Colheu da Índia todos os frutos que lhe apareceram.Certamente, o leitor também não esquecerá o conteúdo destas páginas preciosas!